A mudança da mídia digital padrão para formatos imersivos me ensinou uma maneira completamente nova de contar histórias. Passei muito tempo familiarizando-me com a realidade estendida (XR) e aprendendo a construir essas experiências. No entanto, criar uma experiência imersiva não significa necessariamente trabalhar com tecnologia XR. Na maioria das vezes, significa criar um produto que envolva o usuário por meio de narrativas atraentes, gráficos em movimento e interações envolventes.
Meu trabalho diário consistia em alternar entre edição de fotos e vídeos, criar gráficos animados envolventes e construir módulos em plataformas de e-learning como Evolve e Articulate Storyline. Eu participei em todo o processo de produção, desde ajudar a escrever roteiros e storyboards até editar áudio espacial e projetar módulos. O objetivo era sempre manter as coisas envolventes, mas fáceis de assimilar pelo usuário. Esse processo prático me ensinou os princípios básicos de um bom design de UX — especificamente, como mapear jornadas intuitivas do usuário e reduzir o atrito, garantindo que a tecnologia sempre atendesse ao objetivo de aprendizagem, em vez de distrair dele.